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Clean code: o que é e como desenvolver um código limpo

A premissa é certeira: para um bom programador, meio código basta. Quando um código é bem escrito, organizado e aplicado a um modelo de domínio bem estruturado, é possível compreender a sua função sem grandes dificuldades e manuseá-lo sem quebrar a cabeça, além de ser perceptiva sua eficácia. Resumidamente, segundo Kent Beck, um dos autores do Manifesto Ágil – declaração de princípios que fundamentam o desenvolvimento ágil de software –  o clean code é “o código fácil de entender, fácil de modificar e fácil de testar”.

Um código erroneamente escrito o torna ilegível e apresenta problemas de manutenibilidade, prejudicando sua extensão de funcionalidades no sistema e, ainda, sua execução como um todo. Para evitar isso, selecionamos algumas dicas básicas de como criar um código produtivo e legível:

  • Nomes significativos: tanto para as funções, quanto para as variáveis, escolher bons nomes, que estejam de acordo com o contexto empregado, sejam pronunciáveis e passíveis de busca, é tão importante quanto o código na íntegra. Os nomes significativos podem ser divididos em classes (representados por substantivos) e métodos (representados por verbos ou frases verbais);
  • Funções: uma função precisa realizar apenas uma atividade e não deve ser extensa demais, para não tornar sua compreensão complexa. Aqui, menos é mais e ir direto ao ponto é a melhor forma de desenvolver um código limpo, que deve ser lido como uma narrativa fluida e coerente. Preste atenção na repetição de códigos e evite a duplicidade;
  • Comentários: comentários sobre licença e informativos são suficientes para um bom código, pois este é autoexplicativo;
  • Formatação: em uma formatação vertical, geralmente uma classe possui 200 linhas, com um limite de 500. Porém, classes menores são mais fáceis de compreender. Já na horizontal é sugerido um limite de 120 caracteres por linha. Utilize espaços entres operadores, parâmetros e vírgulas, sempre idente o seu código e nunca tenha linhas de código que sejam mais longas do que a sua tela;
  • Evite condicionais negativos: isso torna a leitura do código mais difícil;

Fica a dica

Para quem quer desenvolver códigos cada vez melhores e funcionais, o livro Código Limpo – Habilidades Práticas do Agile Software, do especialista em software Robert Cecil Martin é uma leitura essencial. E não se esqueça: a prática leva à perfeição. 😉


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